
Rio em detalhes: um jeito de viver a cidade além dos cartões-postais
O que acontece quando a gente troca a pressa do roteiro turístico pelo prazer de reparar? Uma manhã sem relógio, uma esquina de sempre vista com outros olhos.
Ler a matériao universo editorial de Helô Ferri

O que acontece quando a gente troca a pressa do roteiro turístico pelo prazer de reparar? Uma manhã sem relógio, uma esquina de sempre vista com outros olhos.
Ler a matériaUma vida bonita, um olhar cuidadoso sobre o que realmente importa.
A beleza nem sempre está nas coisas.
Às vezes, ela está no jeito de olhar para elas.

Coluna Detalhes
Tem uma hora, entre o meio da tarde e o começo da noite, em que a sala inteira muda de temperamento. A luz entra mais baixa, mais dourada, e encontra coisas que passaram o dia despercebidas: a quina de uma mesa, a poeira suspensa, o desenho que a cortina faz na parede.
Nada mudou de lugar. O que mudou foi o modo como a luz resolveu tocar o que já estava ali. A gente para o que está fazendo não porque a cena é rara, mas porque, por alguns minutos, ela pede para ser reparada. E reparar, aqui, é quase um gesto de gratidão.
Depois a luz vai embora, como sempre vai. Mas fica a lembrança de que o extraordinário costuma morar dentro do ordinário — esperando só o instante certo para aparecer.
— da coluna Detalhes
A Casa Ferri acredita em parcerias que entram naturalmente na vida, nas histórias e no olhar da Helô.
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